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	<title>FisioChepsi</title>
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	<description>Gabinete de Fisioterapia</description>
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	<title>FisioChepsi</title>
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		<title>O que faz um osteopata e quando deve procurar osteopatia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[simonebarbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 16:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[O corpo nem sempre dói onde o problema começou. Neste artigo, explicamos o que faz um osteopata, quando pode fazer sentido procurar osteopatia e como decorre uma sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%"><div class="wp-block-post-time-to-read">1.471 palavras</div></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%"><div class="wp-block-post-time-to-read">6-9 minutos</div></div>
</div>



<div style="height:28px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Há pessoas que chegam à FisioChepsi com uma pergunta muito simples:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Mas afinal, o que faz um osteopata?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E é uma boa pergunta. Porque, para muitas pessoas, a osteopatia ainda vive naquele território meio misterioso entre “estalam-me as costas?”, “é parecido com fisioterapia?” ou “vou sair de lá novo em folha?”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos com calma. Sem magia, sem promessas milagrosas e sem transformar o corpo num puzzle com peças soltas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A osteopatia é uma abordagem manual que procura perceber como o corpo se move, onde existe tensão, que zonas estão mais limitadas e de que forma essas limitações podem estar a interferir com o conforto, a mobilidade e o dia a dia.</p>



<div class="wp-block-rank-math-toc-block has-background" style="background-color:#e2f5f3" id="rank-math-toc"><h2><strong>O que vais encontrar neste artigo?</strong></h2><nav><ul><li class=""><a href="#o-que-faz-um-osteopata">O que faz um osteopata?</a></li><li class=""><a href="#osteopatia-e-so-estalar-as-costas">Osteopatia é só “estalar as costas”?</a></li><li class=""><a href="#quando-pode-fazer-sentido-procurar-um-osteopata">Quando pode fazer sentido procurar um osteopata?</a></li><li class=""><a href="#perguntas-frequentes-sobre-osteopatia">Perguntas frequentes sobre osteopatia</a></li><li class=""><a href="#o-corpo-nao-precisa-de-ser-tratado-como-uma-maquina">O corpo não precisa de ser tratado como uma máquina</a></li></ul></nav></div>



<h2 id="o-que-faz-um-osteopata" class="wp-block-heading"><strong>O que faz um osteopata?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resposta direta:</strong><br>Um osteopata avalia o corpo através da observação, do toque e do movimento. Procura perceber zonas de tensão, rigidez ou limitação e pode utilizar técnicas manuais, mobilização, alongamentos e orientação adaptada para ajudar a pessoa a recuperar maior conforto e mobilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um osteopata não olha apenas para a zona onde dói. Claro que a dor importa — e muito. Mas o corpo raramente funciona como uma peça isolada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma dor no pescoço pode estar ligada à forma como respira, à tensão dos ombros, ao tempo sentado, ao stress, à mandíbula ou a uma adaptação antiga. Uma dor lombar pode ter relação com mobilidade, força, hábitos, sono, postura ou até com a forma como a pessoa se protege para não sentir dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, antes de qualquer técnica, é preciso perceber a história: onde dói, quando começou, o que agrava ou alivia, como a pessoa se mexe e qual é o objetivo do acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na FisioChepsi, gostamos muito desta ideia: <strong>o corpo conta a sua história antes de pedir ajuda</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a osteopatia começa precisamente aí: a ouvir essa história.</p>



<h2 id="osteopatia-e-so-estalar-as-costas" class="wp-block-heading"><strong>Osteopatia é só “estalar as costas”?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E ainda bem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A osteopatia pode incluir técnicas articulares, trabalho muscular, mobilização, alongamentos, técnicas sobre tecidos moles e outras formas de toque terapêutico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas isto não significa que todas as sessões sejam iguais, nem que todas as pessoas necessitem das mesmas técnicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem tudo precisa de “estalos”.<br>Nem toda a gente gosta.<br>Nem todos os corpos pedem isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma boa sessão deve adaptar-se à pessoa, não o contrário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na FisioChepsi, a escolha das técnicas depende da avaliação, da sensibilidade da pessoa, da fase em que se encontra e da forma como o corpo responde durante a sessão.</p>



<h2 id="quando-pode-fazer-sentido-procurar-um-osteopata" class="wp-block-heading"><strong>Quando pode fazer sentido procurar um osteopata?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pode fazer sentido procurar osteopatia quando existe dor, tensão, rigidez, limitação de movimento ou sensação de que o corpo “não solta”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas situações comuns:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dor lombar;</li>



<li>dor cervical;</li>



<li>tensão nos ombros;</li>



<li>dor ou rigidez nas costas;</li>



<li>sensação de corpo preso;</li>



<li>limitação ao mexer-se;</li>



<li>desconforto associado à postura ou ao trabalho;</li>



<li>tensão acumulada por stress;</li>



<li>dor muscular ou articular recorrente;</li>



<li>desconforto na zona da mandíbula ou ATM;</li>



<li>alterações de mobilidade depois de uma fase de maior esforço;</li>



<li>vontade de cuidar do corpo antes de a dor mandar parar.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui vale a pena dizer uma coisa importante: procurar osteopatia não significa que “está tudo mal”. Às vezes, significa apenas que o corpo anda a compensar há demasiado tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o corpo é paciente, mas não é infinito.</p>



<h2 id="o-que-acontece-numa-sessao-de-osteopatia" class="wp-block-heading">O que acontece numa sessão de osteopatia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão começa com uma conversa sobre o motivo da marcação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O osteopata procura perceber a história da queixa: onde dói, há quanto tempo, como começou, o que mudou desde então, o que já tentou e de que forma isso interfere com o dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta parte não é “conversa só por conversar”. É avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes, uma frase aparentemente simples muda tudo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Isto começou depois daquela queda.”</strong><br><strong>“Piorou quando comecei a trabalhar mais horas sentada.”</strong><br><strong>“Acordo sempre mais presa.”</strong><br><strong>“Tenho medo de mexer porque acho que vai piorar.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O corpo fala. Mas a história também.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois, há observação. O osteopata pode avaliar a postura, a mobilidade, os movimentos que causam desconforto e a forma como diferentes zonas do corpo se relacionam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia não é procurar defeitos no corpo. É perceber padrões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na osteopatia, as mãos são uma ferramenta essencial. O toque permite perceber zonas de tensão, restrição, sensibilidade ou alteração de mobilidade. Depois, a intervenção é ajustada ao que a pessoa apresenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão pode incluir técnicas manuais suaves, mobilização articular, trabalho muscular, alongamentos, técnicas de relaxamento de tecidos, orientação de movimento ou aconselhamento simples para o dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a sessão não acaba na marquesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que fizer sentido, a pessoa pode receber orientações para casa: movimento, pausas, exercícios simples, cuidados com carga, respiração, descanso ou estratégias para perceber melhor o corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque não adianta trabalhar uma hora e depois devolver a pessoa exatamente ao mesmo padrão que a trouxe até ali.</p>



<h2 id="fisioterapia-e-osteopatia-sao-a-mesma-coisa" class="wp-block-heading">Fisioterapia e osteopatia são a mesma coisa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Podem cruzar-se em algumas situações, sobretudo quando falamos de dor, movimento, mobilidade, recuperação e função. Mas não são exatamente a mesma coisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fisioterapia está muito ligada à reabilitação, recuperação funcional, exercício terapêutico, mobilidade, força, controlo motor, recuperação de lesões, pós-operatório e autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A osteopatia trabalha com uma leitura manual e global do corpo, procurando perceber tensões, limitações de mobilidade e relações entre diferentes estruturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a escolha depende da pessoa, da queixa, da fase em que se encontra e do objetivo do acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na FisioChepsi, quando alguém não sabe o que marcar, a equipa pode ajudar a perceber qual é o melhor ponto de partida.</p>



<h2 id="como-decorrem-as-sessoes-de-osteopatia-na-fisio-chepsi" class="wp-block-heading">Como decorrem as sessões de osteopatia na FisioChepsi?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na FisioChepsi, a osteopatia é feita em regime individual, com tempo para ouvir, avaliar e adaptar a sessão ao que cada pessoa apresenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão não segue uma receita igual para todos. Há pessoas que precisam de trabalho mais suave. Outras precisam de mobilidade. Umas chegam com tensão acumulada, medo de mexer, desconforto crónico ou aquela sensação de “já tentei de tudo e isto volta sempre”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento começa por perceber a história, observar o corpo e escolher as técnicas mais adequadas a cada pessoa e ao momento em que se encontra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A osteopatia na FisioChepsi pode fazer sentido para quem procura uma avaliação manual global, acompanhamento para dor ou tensão, melhoria de mobilidade, apoio em desconfortos recorrentes, cuidado preventivo ou uma forma mais consciente de perceber o corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="o-que-acontece-numa-sessao-de-osteopatia">Sem prometer milagres.<br>Sem tratar todos os corpos da mesma forma.<br>Sem esquecer que cada pessoa chega com a sua própria história.</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column has-background is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="background-color:#e2f5f3">
<h2 id="perguntas-frequentes-sobre-osteopatia" class="wp-block-heading"><strong>Perguntas frequentes sobre osteopatia</strong></h2>


<div id="rank-math-faq" class="rank-math-block">
<div class="rank-math-list ">
<div id="faq-question-1785429518820" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>O que faz um osteopata?</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>Um osteopata avalia o corpo através da observação, do toque e do movimento. Procura perceber zonas de tensão, rigidez ou limitação e utiliza técnicas manuais adaptadas à situação de cada pessoa.</p>

</div>
</div>
<div id="faq-question-1785429535787" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>Quando devo procurar osteopatia?</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>Pode procurar osteopatia quando sente dor, tensão, rigidez, limitação de movimento ou desconforto corporal persistente. Também pode fazer sentido como forma de prevenção e cuidado do corpo.</p>

</div>
</div>
<div id="faq-question-1785429543012" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>A osteopatia dói?</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>A sessão deve ser adaptada ao conforto de cada pessoa. Algumas zonas podem estar mais sensíveis, mas o osteopata ajusta a intervenção à resposta do corpo.</p>

</div>
</div>
<div id="faq-question-1785429552578" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>Quantas sessões de osteopatia são necessárias?</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>Depende da situação, da avaliação inicial e da evolução observada. Algumas pessoas procuram acompanhamento pontual; outras precisam de um plano mais seguido.</p>

</div>
</div>
<div id="faq-question-1785429561007" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>A osteopatia é indicada para toda a gente?</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>Nem sempre. Existem situações em que é necessária avaliação médica antes. Por isso, a primeira sessão deve incluir uma conversa e uma avaliação individual.</p>

</div>
</div>
<div id="faq-question-1785429568103" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>Osteopatia e fisioterapia são a mesma coisa?</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>Não. Podem cruzar-se em algumas situações, mas têm abordagens diferentes. A fisioterapia está muito ligada à reabilitação e função; a osteopatia trabalha com uma leitura manual e global do corpo.</p>

</div>
</div>
<div id="faq-question-1785429579062" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>A osteopatia substitui o médico?</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>Não. A osteopatia não substitui avaliação médica, exames ou acompanhamento especializado quando necessário. Pode ser complementar, sempre com responsabilidade.</p>

</div>
</div>
</div>
</div></div>
</div>



<h2 id="o-corpo-nao-precisa-de-ser-tratado-como-uma-maquina" class="wp-block-heading"><strong>O corpo não precisa de ser tratado como uma máquina</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O corpo não é uma máquina com peças avariadas que se trocam uma a uma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É movimento, adaptação, tensão, descanso, emoções, hábitos, quedas antigas, dias longos, noites mal dormidas e muita coisa que vai ficando “guardada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A osteopatia pode ajudar a olhar para esse conjunto de situações com mais atenção e pormenor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na FisioChepsi, cada sessão começa por ouvir a pessoa, avaliar o corpo e perceber que acompanhamento faz mais sentido naquele momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se sente dor, tensão, rigidez ou desconforto corporal, pode marcar uma sessão de osteopatia na FisioChepsi, na Póvoa de Santa Iria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marcar sessão de osteopatia<br></strong> <strong>Falar com a equipa</strong></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column has-background is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="background-color:#e2f5f3">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conteúdo informativo escrito para a Biblioteca FisioChepsi.</strong><strong><br></strong> <strong>Revisto pela equipa FisioChepsi.</strong><strong><br></strong> <strong>ERS: E167262.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo não substitui avaliação médica ou acompanhamento especializado. Em caso de dor intensa, sintomas persistentes, agravamento súbito ou sinais de alerta, deve ser procurado aconselhamento adequado.</p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Refluxo gastroesofágico em bebés: o que é e como a Osteopatia Pediátrica pode ajudar?</title>
		<link>https://fisiochepsi.com/refluxo-gastroesofagico-em-bebes-o-que-e-e-como-a-osteopatia-pediatrica-pode-ajudar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marlene]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 22:05:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[O refluxo gastroesofágico (RGE) é uma das situações mais comuns nos primeiros meses de vida. Muitos pais chegam preocupados com “golfadas”, desconforto após as mamadas, choro frequente ou dificuldade em dormir, questionando se o bebé estará com algum problema mais sério. Na maioria dos casos, o refluxo faz parte do desenvolvimento normal do bebé e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O refluxo gastroesofágico (RGE) é uma das situações mais comuns nos primeiros meses de vida. Muitos pais chegam preocupados com “golfadas”, desconforto após as mamadas, choro frequente ou dificuldade em dormir, questionando se o bebé estará com algum problema mais sério.</p>
<p>Na maioria dos casos, o refluxo faz parte do desenvolvimento normal do bebé e tende a melhorar espontaneamente ao longo do primeiro ano de vida, à medida que o sistema digestivo e neuromuscular amadurece. Ainda assim, pode ser uma fase desafiante para toda a família.</p>
<p><strong>O que é o refluxo gastroesofágico? </strong></p>
<p>O refluxo ocorre quando o conteúdo do estômago passa involuntariamente para o esófago, podendo ou não ser expelido (regurgitação).</p>
<p>Nos bebés isto é muito frequente porque:</p>
<ul>
<li>o sistema digestivo ainda é imaturo;</li>
<li>o esfíncter esofágico inferior (a “válvula” entre o estômago e o esófago) ainda não funciona de forma totalmente eficiente;</li>
<li>passam muito tempo em posição horizontal.</li>
</ul>
<p>Na maioria das situações trata-se de um fenómeno fisiológico e transitório.</p>
<p><strong>Refluxo fisiológico: o que é considerado normal? </strong>É<u> comum</u> um bebé:</p>
<ul>
<li>bolsar após as mamadas;</li>
<li>fazer pequenas golfadas;</li>
<li>arquear ligeiramente o corpo para trás;</li>
<li>engolir com frequência após comer;</li>
<li>mostrar algum desconforto pontual.</li>
</ul>
<p>Desde que:</p>
<ul>
<li>esteja a ganhar peso de forma adequada;</li>
<li>tenha um desenvolvimento global normal;</li>
<li>não apresente dificuldade respiratória;</li>
<li>esteja globalmente bem entre episódios;</li>
</ul>
<p>Estamos, na maioria das vezes, perante um refluxo fisiológico.</p>
<p>O pico costuma acontecer entre os 2 e 4 meses, com melhoria progressiva até ao primeiro ano de vida.</p>
<p><strong>Quando é que o refluxo merece mais atenção? </strong>Apesar de ser comum, <strong><u>há sinais que justificam avaliação médica mais cuidada</u></strong><u>:</u></p>
<ul>
<li>recusa alimentar persistente;</li>
<li>dificuldade em ganhar peso;</li>
<li>choro intenso durante ou após as mamadas;</li>
<li>irritabilidade marcada após comer;</li>
<li>despertares frequentes por desconforto;</li>
<li>vómitos em grande quantidade;</li>
<li>tosse persistente ou pieira;</li>
<li>episódios frequentes de engasgamento.</li>
</ul>
<p>Nestes casos, podemos estar perante uma Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) ou outros fatores associados que precisam de avaliação clínica.</p>
<p><strong>Existe relação entre refluxo e tensão corporal?</strong></p>
<p>Alguma literatura sugere que fatores mecânicos podem influenciar a sintomatologia do refluxo. Tensões na zona cervical, torácica ou diafragmática podem interferir na coordenação entre sucção, deglutição e respiração.</p>
<p>Também se observa, em alguns casos, associação entre <strong>torcicolo </strong>e maior incidência de sintomas gastroesofágicos, reforçando a importância de uma avaliação global do bebé.</p>
<p><strong>Como pode a Osteopatia Pediátrica ajudar? </strong></p>
<p>A Osteopatia Pediátrica não trata o refluxo como uma doença isolada, mas sim como parte do desenvolvimento global do bebé.</p>
<p>O objetivo é melhorar a mobilidade e o equilíbrio das estruturas envolvidas na alimentação e na digestão.</p>
<p>A abordagem pode incluir:</p>
<ul>
<li>avaliação global do bebé (crânio, coluna cervical, tórax e diafragma);</li>
<li>libertação suave de tensões miofasciais;</li>
<li>melhoria da mobilidade do diafragma, importante na digestão e respiração; ● apoio à regulação do sistema nervoso autónomo, que irá ajudar na autorregulação do bebé.</li>
</ul>
<p>A evidência atual sugere que estas abordagens manuais suaves têm um papel complementar na redução do desconforto e na melhoria do bem-estar do lactente, sempre em articulação com o acompanhamento pediátrico, bem como, consultora de lactação IBCLC, terapeutas da fala ou nutricionistas com formação na área materno-infantil.</p>
<p><strong>Pequenas estratégias que podem ajudar no dia a dia:</strong></p>
<ul>
<li>evitar volumes grandes de leite de uma só vez;</li>
<li>fazer pausas durante a mamada;</li>
<li>manter o bebé mais vertical após a alimentação;</li>
<li>evitar pressão abdominal (fraldas ou roupa apertada);</li>
<li>garantir um ambiente calmo durante as refeições.</li>
</ul>
<p>Cada bebé reage de forma diferente, pelo que pode ser necessário ajustar estratégias.</p>
<p><strong>Uma mensagem importante para os pais</strong></p>
<p>O refluxo pode ser uma fase exigente, tanto física como emocionalmente. O choro, as noites mais difíceis e a sensação de impotência são experiências muito comuns.</p>
<p>Na maioria dos casos, trata-se de uma fase transitória que melhora com o crescimento e a maturação do bebé.</p>
<p>O mais importante é que os pais se sintam acompanhados, informados e tranquilos ao longo deste processo. Quando existem dúvidas ou sinais de alerta, procurar orientação profissional é sempre o melhor caminho.</p>
<p>Osteopata Beatriz Constantino</p>
<p>[C-0032588]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências bibliográficas </strong></p>
<ul>
<li>Bercik MJ, et al. <em>Relationship Between Torticollis and Gastroesophageal Reflux Disorder in Infants</em>. Pediatr Phys Ther. 2019.</li>
<li>Curien-Chotard M, Jantchou P, Bellaiche M. <em>Natural history of gastroesophageal reflux in infancy</em>. BMC Pediatr. 2020;20:239.</li>
<li>Jacobson JC, Rosen R. <em>A narrative review of gastroesophageal reflux in the pediatric patient</em>. Transl Gastroenterol Hepatol. 2021;6:16.</li>
<li>Leung AKC, Hon KL. <em>Gastroesophageal reflux in children: an updated review</em>. Drugs Context. 2019;8:212591.</li>
<li>Martínez AL, López FM, Sánchez JG, et al. <em>Explorando los límites de la fascia cervical profunda</em>. SERAM. 2018.</li>
<li>Rosen R, et al. <em>Pediatric gastroesophageal reflux clinical practice guidelines</em>. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 2018;66(3):516-554.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é a Osteopatia, para que serve e o que pode esperar de um tratamento osteopático</title>
		<link>https://fisiochepsi.com/o-que-e-a-osteopatia-para-que-serve-e-o-que-pode-esperar-de-um-tratamento-osteopatico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[simonebarbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 17:26:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osteopatia]]></category>
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					<description><![CDATA[Saiba o que é a osteopatia, como funciona, quais os seus benefícios, limitações e mitos, e o que pode esperar de um tratamento osteopático.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 data-start="174" data-end="232">Afinal, o que é a osteopatia e o que pode esperar dela?</h2>
<p data-start="234" data-end="544">A osteopatia é uma abordagem de saúde que se baseia no princípio de que a estrutura, como ossos, músculos e articulações, e a função, a forma como o corpo se move e sente, estão intimamente ligadas. É um tratamento focado em melhorar essa relação, atuando sobre a estrutura do corpo para o ajudar a equilibrar.</p>
<p data-start="546" data-end="849">O objetivo principal da osteopatia é devolver ao corpo a capacidade natural de se curar e de funcionar bem. Para isso, o osteopata procura a origem do problema, que pode não ser o local onde a dor é sentida, trata a disfunção identificada e permite que o corpo encontre o seu próprio equilíbrio e saúde.</p>
<h2 data-start="851" data-end="911">Quais os benefícios e possíveis limitações da osteopatia?</h2>
<p data-start="913" data-end="1224">A osteopatia pode ajudar a melhorar dores e restrições de movimento em todo o corpo, como dores de costas, pescoço e ombros, promovendo maior amplitude e flexibilidade. Pode também ajudar em dores de cabeça, desconfortos digestivos e respiratórios, bem como em disfunções da articulação temporomandibular (ATM).</p>
<p data-start="1226" data-end="1442">A osteopatia não trata doenças graves, infeções ativas ou problemas que necessitem de cirurgia. Sempre que exista suspeita de que o paciente deva ser avaliado por um médico, o osteopata encaminha-o de forma adequada.</p>
<p data-start="1444" data-end="1980">Um obstáculo comum é a ideia de que a osteopatia serve apenas para “endireitar” o corpo ou que resolve tudo numa única sessão. O sucesso do tratamento depende também da participação ativa do paciente e da adoção de hábitos adequados, evitando a automedicação excessiva. O trabalho do osteopata é complementar ao do médico. Se a medicação for necessária, o osteopata nunca aconselha a sua interrupção, procurando antes identificar a causa do problema para que a dependência medicamentosa possa diminuir, sempre com acompanhamento médico.</p>
<h2 data-start="1982" data-end="2035">De que forma a osteopatia é diferente da massagem?</h2>
<p data-start="2037" data-end="2103">A principal diferença reside na avaliação e no raciocínio clínico.</p>
<p data-start="2105" data-end="2425">Enquanto outras terapias podem focar-se sobretudo no músculo dorido ou na articulação rígida, o osteopata avalia o corpo de forma global. Por exemplo, uma dor no joelho pode não ter origem no próprio joelho, mas sim numa restrição da anca ou num desequilíbrio postural. O foco está na identificação da causa do problema.</p>
<p data-start="2427" data-end="2749">Para além do trabalho sobre ossos e músculos, o osteopata utiliza técnicas que abordam a mobilidade de outras estruturas importantes, como a relação entre os órgãos e a coluna vertebral, conhecida como osteopatia visceral, e a mobilidade do crânio e a sua influência no sistema nervoso, conhecida como osteopatia craniana.</p>
<p data-start="2751" data-end="2965">Após esta avaliação completa, é criado um plano de tratamento individualizado. Esta visão abrangente permite à osteopatia abordar problemas que, à primeira vista, podem não parecer relacionados com a dor principal.</p>
<h2 data-start="2967" data-end="3084">No futuro, de que forma a osteopatia pode trabalhar em conjunto com o seu médico ou outros profissionais de saúde?</h2>
<p data-start="3086" data-end="3180">O futuro da osteopatia passa por integrar equipas de saúde verdadeiramente multidisciplinares.</p>
<p data-start="3182" data-end="3351">Em situações mais complexas, os profissionais de saúde partilham informação, garantindo um acompanhamento mais completo, seguro e eficaz, sem duplicação de intervenções.</p>
<p data-start="3353" data-end="3715">Em vários países, os osteopatas já trabalham em hospitais ou centros de triagem para problemas de dor e movimento. O objetivo é que, também em Portugal, os pacientes com dores nas costas ou no pescoço possam ser avaliados rapidamente por um especialista em movimento, reduzindo tempos de espera e evitando exames ou medicação desnecessários, sempre que possível.</p>
<p data-start="3717" data-end="3980">Com maior reconhecimento e trabalho multidisciplinar, a osteopatia deixará de ser vista como um tratamento alternativo e passará a integrar os cuidados de saúde no acompanhamento de problemas de movimento, postura e dor crónica, com credibilidade e rigor clínico.</p>
<h2 data-start="3982" data-end="4037">Quais os mitos ou ideias erradas sobre a osteopatia?</h2>
<p data-start="4039" data-end="4129">Um dos mitos mais comuns é a ideia de que a osteopatia consiste apenas em “estalar ossos”.</p>
<p data-start="4131" data-end="4352">Na maioria das consultas, são utilizadas técnicas mais suaves do que as manipulações que provocam o chamado estalido, conhecidas como técnicas de impulso (HVLA). A prioridade é sempre o conforto e a segurança do paciente.</p>
<p data-start="4354" data-end="4669">A osteopatia utiliza uma vasta gama de técnicas que são frequentemente mais suaves e igualmente eficazes, como:<br />
● Técnicas suaves: trabalho muscular, alongamentos e mobilizações rítmicas.<br data-start="4541" data-end="4544" />● Técnicas cranianas e viscerais: trabalho delicado e subtil que visa equilibrar o sistema nervoso e a mobilidade dos órgãos.</p>
<p data-start="4671" data-end="4963">A principal ferramenta do osteopata não são as mãos, mas sim o diagnóstico. Durante a consulta, é normal que o osteopata dedique mais tempo à avaliação da causa do problema do que à aplicação de qualquer técnica específica. A técnica é sempre a consequência de um raciocínio clínico rigoroso.</p>
<p data-start="4965" data-end="5006"><strong data-start="4965" data-end="4984">Patrícia Vieira</strong><br data-start="4984" data-end="4987" />Osteopata C-0031798</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Como reage o nosso corpo ao stress, já alguém te contou?</title>
		<link>https://fisiochepsi.com/como-reage-o-nosso-corpo-ao-stress-ja-alguem-te-contou/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marlene]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 06:52:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[O stress é uma resposta fisiológica a algo que aconteceu ou que está para acontecer, que nos faz sentir ameaçados ou que perturba o nosso equilíbrio. Quando nos sentimos em perigo, as defesas do organismo reagem, num processo automático chamado de reação de &#8220;luta ou fuga” ou de “congelamento&#8221;, é como o nosso corpo responde&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O stress é uma resposta fisiológica a algo que aconteceu ou que está para acontecer, que nos faz sentir ameaçados ou que perturba o nosso equilíbrio. Quando nos sentimos em perigo, as defesas do organismo reagem, num processo automático chamado de reação de &#8220;luta ou fuga” ou de “congelamento&#8221;, é como o nosso corpo responde ao stress.</p>
<p>É um mecanismo de sobrevivência, que nos ajuda a superar o episódio que nos perturbou. Curiosamente, também é quando estamos sob maior pressão que nos sentimos mais produtivos, criativos, enérgicos e habitualmente com menos apetite, pois o corpo está a direcionar a energia para enfrentar o estímulo que desencadeou o stress. Reagimos, superamos e depois do impacto inicial o organismo reequilibra e volta ao normal.</p>
<p>Mas como tudo na vida, o que é em demasia prejudica-nos e o excesso de stress não é exceção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mas afinal quais são os sinais de stress no corpo?</strong></p>
<p>O stress produz uma hormona chamada cortisol que, em quantidades saudáveis, desempenha um papel fundamental na formação da memória, dos processos vitais, ajuda o corpo a manter-se alerta, regula o metabolismo de proteínas, glicose e gordura, controla a resposta inflamatória do corpo e contribui para o ciclo do sono. Para além do cortisol, o aumento de stress também influência outras hormonas, nomeadamente, a serotonina.</p>
<p>A serotonina é conhecida como a hormona da felicidade, 90% é produzida no intestino e influencia o humor, o sono, o apetite, o ritmo cardíaco, a temperatura corporal e regula a motilidade intestinal e saúde cardiovascular.</p>
<p>Quando atingimos altos níveis de stress, por diversas causas, os níveis de cortisol aumentam, por sua vez, os níveis de serotonina diminuem, podendo originar sintomas como depressão, ansiedade, irritabilidade e cansaço.</p>
<p>Consequentemente, a libertação excessiva de cortisol provoca alterações na digestão, causando diarreia, gastrite, azia, refluxo, digestões difíceis, perda ou excesso de apetite, promovendo desregulamento do peso. O aumento de cortisol também aumenta a perceção de dor e rigidez muscular que por sua vez pode causar pressão no nervo vago provocando muitas vezes tonturas, náuseas, dores de cabeça</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Posso fazer alguma coisa para melhorar?</strong></p>
<p>Felizmente, sim, existem comportamentos que ajudam no alívio destes sintomas:</p>
<ul>
<li>Alimentação equilibrada</li>
<li>Atividade física, desde que seja algo que gostes de fazer e em que te sintas bem</li>
<li>Uma boa qualidade de sono é fundamental para a manutenção da saúde mental e física</li>
<li>Técnicas de relaxamento como meditação, respirar pelo diafragma</li>
<li>Ajuda de profissionais qualificados como psicólogo, psicoterapeuta</li>
<li>Osteopatia que para além do alívio da tensão muscular, através de técnicas cranianas e viscerais ajuda no alívio das dores de cabeça e náuseas, azia, obstipação, refluxo e dificuldade na digestão.</li>
</ul>
<p>Um estilo de vida saudável, vai ajudá-lo a sentir-se mais relaxado e com melhor qualidade de sono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E tu, já experimentas-te a osteopatia para alívio de algum destes sintomas?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Osteopata Patricia Vieira</p>
<p>Cédula Profissional: C-0031798</p>
<p>FisioChepsi: Avenida Ântero de Quental Loja 3B Póvoa de Santa iria</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Comparticipações e Reembolsos – Tudo o Que Precisa Saber</title>
		<link>https://fisiochepsi.com/comparticipacoes-e-reembolsos-tudo-o-que-precisa-saber/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[simonebarbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 19:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Na FisioChepsi, não temos acordos diretos com subsistemas como a ADSE, mas sabia que pode solicitar reembolsos em regime livre? Além disso, as nossas despesas de saúde são dedutíveis no IRS!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Comparticipações e Reembolsos – Informações Importantes</strong></h2>
<p>Na FisioChepsi, focamo-nos em tratamentos personalizados, com sessões adaptadas continuamente às suas necessidades. Para manter a qualidade e individualidade dos nossos serviços, <strong>não temos acordos diretos com subsistemas de saúde ou seguradoras</strong>, incluindo a ADSE, SAMS, SAD, Caixa Geral de Aposentações, entre outros.</p>
<p>Apesar disso, muitos subsistemas de saúde e seguros, como a <strong>Médis</strong> e a <strong>Multicare</strong>, permitem o reembolso dos tratamentos realizados em <strong>regime livre</strong>, garantindo que pode beneficiar do nosso atendimento avançado com custos reduzidos.</p>
<hr />
<h3><strong>Como Funciona o Regime Livre?</strong></h3>
<ol>
<li>Realize os seus tratamentos na FisioChepsi e receba um recibo detalhado.</li>
<li>Confirme junto do seu subsistema de saúde ou seguradora as condições de comparticipação.</li>
<li>Submeta os documentos necessários e obtenha o reembolso, conforme o regulamento do seu plano.</li>
</ol>
<p>Se tiver dúvidas, estamos disponíveis para ajudá-lo(a) a compreender o processo de reembolso e como pode aproveitar as vantagens do seu subsistema ou seguro de saúde.</p>
<hr />
<h3><strong>Despesas de Saúde Dedutíveis no IRS</strong></h3>
<p>Os nossos serviços são isentos de IVA, o que os torna automaticamente elegíveis como despesas de saúde para dedução no IRS.</p>
<ul>
<li><strong>Sem necessidade de receita médica.</strong></li>
<li><strong>Dedução de 15% do valor suportado</strong> (Art.º 78.º-C do CIRS).</li>
</ul>
<hr />
<h3><strong>Porquê Escolher a FisioChepsi?</strong></h3>
<p>Na FisioChepsi, cada sessão é única e centrada em si. Utilizamos as técnicas mais avançadas para o(a) ajudar a alcançar os seus objetivos de recuperação e bem-estar, sempre com um atendimento individualizado e de alta qualidade.</p>
<p><strong>Fale connosco para saber mais e descubra como obter reembolsos pelos seus tratamentos!</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Porque devo ir ao Osteopata?</title>
		<link>https://fisiochepsi.com/porque-devo-ir-ao-osteopata/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marlene]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 09:59:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A osteopatia é uma terapia complementar que utiliza técnicas manuais para movimentar e alongar o corpo estimulando a sua recuperação. Atua na prevenção e autorregulação do corpo humano. A Osteopatia baseia-se no bom funcionamento de todos os sistemas para promover o bem-estar do corpo humano. &#160; Mas como é uma consulta de osteopatia? No início&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A osteopatia é uma terapia complementar que utiliza técnicas manuais para movimentar e alongar o corpo estimulando a sua recuperação. Atua na prevenção e autorregulação do corpo humano.</p>
<p>A Osteopatia baseia-se no bom funcionamento de todos os sistemas para promover o bem-estar do corpo humano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mas como é uma consulta de osteopatia?</strong></p>
<p>No início da consulta através de uma conversa com o paciente, o osteopata faz um questionário para perceber problemas de saúde, estilo de vida, posições de conforto, cirurgias, acidentes, medicação que esteja a tomar para que se possa perceber os sintomas que nos trás.</p>
<p>Após isso são feitos alguns testes musculares, testes articulares, avaliação de postura, para ajudar na melhor forma de chegar ao diagnóstico osteopático para que possa fazer o melhor tratamento ao nosso paciente.</p>
<p>O tratamento é feito com técnicas manuais, onde o osteopata trabalha órgãos, nervos, ligamentos, articulações, músculo, da melhor forma para aliviar os seus sintomas.</p>
<p>No final normalmente são aconselhados exercícios, ou a prática de exercício físico para uma melhor recuperação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Benefícios da Osteopatia</strong></p>
<p>O tratamento osteopático ativa a recuperação e melhoria da capacidade funcional do paciente, promovendo o bem-estar.  A osteopatia atua na prevenção, evitando as crises de dor aguda.</p>
<p>É indicada desde o nascimento, sendo efetuada sempre uma adaptação nas técnicas a utilizar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Deve fazer osteopatia quando?</strong></p>
<ul>
<li>Se tem uma dor que prejudica as atividades diárias</li>
<li>Quando sente tensão no corpo ou o corpo preso</li>
<li>Dor lombar, dor torácica, dor cervical, dor no ombro</li>
<li>Obstipação</li>
<li>Azia, refluxo gastroesofágico</li>
<li>Dores menstruais, alterações no ciclo menstrual</li>
<li>Digestões lentas</li>
<li>Dores de cabeça</li>
<li>Dificuldade em expandir o tórax</li>
<li>Ansiedade, stress</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exitem algumas situações em que é contraindicada a osteopatia, como por exemplo:</p>
<ul>
<li>Tumores</li>
<li>Fraturas</li>
<li>Alterações vasculares</li>
<li>Febre</li>
<li>Doenças contagiosas</li>
</ul>
<p>Certifique-se que se encontra a realizar osteopatia com um profissional acreditado e com competências para exercer a profissão. Não corra riscos no que respeita a sua saúde.</p>
<p>Uma forma simples e legal é perguntar ao seu osteopata se é portador de cédula profissional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Osteopata <em>Patricia Vieira</em></p>
<p>Cédula profissional: C-0031798</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O que envolve uma sessão de fisioterapia?</title>
		<link>https://fisiochepsi.com/o-que-envolve-uma-sessao-de-fisioterapia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marlene]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 07:37:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre todas as técnicas que recorremos para ajudar quem nos procura durante a sessão de fisioterapia, provavelmente a mais importante será o papel do fisioterapeuta na educação para a saúde. Saber que exercícios poderemos realizar num pós-operatório imediato; Saber a importância de se manter em movimento; Saber adaptar o movimento/exercício à sua condição atual; Saber o&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre todas as técnicas que recorremos para ajudar quem nos procura durante a sessão de fisioterapia, provavelmente a mais importante será o <em>papel do fisioterapeuta na <strong>educação para a saúde</strong>.</em></p>
<p>Saber que exercícios poderemos realizar num pós-operatório imediato;</p>
<p>Saber a importância de se manter em movimento;</p>
<p>Saber adaptar o movimento/exercício à sua condição atual;</p>
<p>Saber o que o/a levou a este estado atual de dor/lesão;</p>
<p>Saber que estratégias pode usar para melhorar e não voltar a repetir este acontecimento;</p>
<p>Saber que é responsável pela sua saúde e ter um papel ativo na sua condição clínica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta relação de confiança e compromisso bilateral entre Fisioterapeuta – Cliente envolve várias vertentes emocionais e de comunicação e não apenas a mera execução de exercícios, técnicas passivas e aplicação de aparelhos de eletroterapia.</p>
<p>Uma pessoa informada sobre a sua situação clínica, informada sobre importância de cada fase de reabilitação e informada sobre o objetivo de cada exercício, adere com mais facilidade ao processo terapêutico e os seus resultados são maximizados.</p>
<p>A sessão de Fisioterapia deve envolver empatia, adaptação individual à história e contexto de vida de cada um. Nunca se deve restringir a mera execução de técnicas rotineiras e iguais em todas as sessões, nem entre todas as pessoas.</p>
<p><strong>A fisioterapia não é passiva, é movimento, é interação, é compromisso com a minha saúde.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fisioterapeuta Marlene Pereira</p>
<p>OF: 5604</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Osteopatia visceral, o que é isto?</title>
		<link>https://fisiochepsi.com/osteopatia-visceral-o-que-e-isto/</link>
					<comments>https://fisiochepsi.com/osteopatia-visceral-o-que-e-isto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marlene]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2024 17:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A osteopatia visceral tem por objetivo dar mobilidade aos órgãos e vísceras do nosso corpo. Muitas vezes, a dor que sentimos numa região do corpo está relacionada com um órgão ou uma víscera. Por exemplo, quando o nosso intestino não está a funcionar corretamente, muitas vezes demonstra-se em uma dor lombar. A osteopatia é uma&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>osteopatia visceral </strong>tem por objetivo dar mobilidade aos órgãos e vísceras do nosso corpo.</p>
<p>Muitas vezes, a dor que sentimos numa região do corpo está relacionada com um órgão ou uma víscera. Por exemplo, quando o nosso intestino não está a funcionar corretamente, muitas vezes demonstra-se em uma dor lombar.</p>
<p>A osteopatia é uma abordagem holistica em que avalia todos os sistemas do corpo humano, tendo em conta não só os sintomas apresentados, mas também as compensações que o corpo vai desenvolvendo ao longo do tempo.</p>
<p>A osteopatia visceral avalia as tensões fasciais e melhora a funcionalidade e mobilidade dos órgãos, com a finalidade de criar uma relação entre o sistema estrutural, visceral e nervoso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mas como funciona a osteopatia visceral? Provoca dor?</strong></p>
<p>A osteopatia visceral não dói. Pode sim existir algum desconforto numa região mais sensível.</p>
<p>É realizada uma avaliação da tensão fascial e ligamentar que conectam os nossos órgãos, a tensão fascial pode resultar de cicatrizes, má postura, acidentes, quedas, doenças, que criam uma cascata de efeitos e o corpo precisa de as compensar. Esta compensação vai criar pontos de tensão, mas o corpo necessita de se movimentar, ao nos mexermos estes pontos de tensão vão causar perda de mobilidade que vão originar adaptações anormais, demonstrando-se mais tarde em dor.</p>
<p>Vamos imaginar uma restrição à volta do pulmão, este vai criar uma modificação no movimento normal do corpo que por sua vez vai obrigar as estruturas à sua volta a fazer adaptações anormais.</p>
<p>São utilizadas técnicas especificas e suaves, muitas vezes com o auxilio do próprio corpo da pessoa. Estas manipulações suaves vão libertar as tensões fasciais dos órgãos e melhorar a irrigação sanguínea local, promovendo a boa funcionalidade dos órgãos e do organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E quando sei que devo fazer osteopatia visceral?</strong></p>
<p>Apesar de poder fazer apenas uma consulta de osteopatia visceral, em todas as consultas de osteopatia são avaliados todos os sistemas, fazendo assim parte da consulta normal de osteopatia.</p>
<p>Deve fazer osteopatia visceral quando sente:</p>
<ul>
<li>Dor lombar, dor torácica, dor cervical, dor no ombro</li>
<li>Obstipação</li>
<li>Azia, refluxo gastroesofágico</li>
<li>Dores menstruais, alterações no ciclo menstrual</li>
<li>Dor abdominal</li>
<li>Digestões lentas</li>
<li>Dores de cabeça</li>
<li>Dificuldade em expandir o tórax</li>
<li>Ansiedade, stress</li>
<li>Hérnia do hiato, gastrite</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Osteopata Patricia Vieira</p>
<p>Cédula profissional: C-0031798</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Um mau treino, é sempre melhor que treino algum</title>
		<link>https://fisiochepsi.com/um-mau-treino-e-sempre-melhor-que-treino-algum/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marlene]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 19:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Reiniciar ou começar uma atividade física após os 40 anos é um enorme desafio, mas também é um ato de verdadeira coragem. Um ato de mudança. Um ato de promoção de saúde. Um ato de priorização. Sabemos que à partida, os resultados desportivos não serão os mais invejados nem dignos de pódio, mas a mudança&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reiniciar ou começar uma atividade física após os 40 anos é um enorme desafio, mas também é um ato de verdadeira coragem. Um ato de mudança. Um ato de promoção de saúde. Um ato de priorização.</p>
<p>Sabemos que à partida, os resultados desportivos não serão os mais invejados nem dignos de pódio, mas a mudança que isso pode trazer para o nosso dia-a-dia poderá ser realmente transformadora e transportada para outras áreas na nossa vida (pessoal/profissional/emocional).</p>
<p>A <u>consistência de treino</u> é a palavra de ordem para resultados visíveis, independentemente da atividade que escolher, mesmo sendo baixa intensidade.</p>
<p>A atividade física regular é tanto benéfica para a saúde física como para a saúde mental. Fortalece o nosso sistema imunitário e atua na prevenção de doenças cardiovasculares. Fortalece os nossos músculos, ossos e articulações.</p>
<p><u>Quer saber qual a atividade física mais indicada para si? </u></p>
<p>É fácil, é a que mais gostar.</p>
<p>Partilho a minha experiência pessoal em corrida de trilha, que mais do que uma banana ou laranja oferecida em cada prova, ganhei novos amigos, percorro caminhos que de outra forma não os conhecia, ganhei saúde e consciência corporal, um contacto único com a natureza, durmo melhor e sem comparação, trabalho muito melhor.</p>
<p>Se não consegue correr rápido, corra mais devagar,</p>
<p>Se não consegue correr devagar, caminhe rápido,</p>
<p>Se não caminha rápido, caminhe mais devagar, mas <u>não pare! </u></p>
<p>Lembre-se que um mau treino, é sempre melhor que treino algum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fisioterapeuta Marlene Pereira</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O que NÃO é a Fisioterapia</title>
		<link>https://fisiochepsi.com/o-que-nao-e-a-fisioterapia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marlene]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Dec 2023 11:05:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Podemos explicar o que é a fisioterapia, mas também devemos explicar e esclarecer o que NÃO é Fisioterapia &#8211; Fisioterapia não é aplicação de calor e “piquinhos” no local da dor; &#8211; Fisioterapia NÃO são 15 sessões iguais e rotineiras independentemente da evolução; &#8211; Fisioterapia NÃO é nem pode ser igual para todos, quando somos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Podemos explicar o que é a fisioterapia, mas também devemos explicar e esclarecer o que <strong>NÃO é Fisioterapia</strong></p>
<p>&#8211; Fisioterapia não é aplicação de calor e “piquinhos” no local da dor;</p>
<p>&#8211; Fisioterapia NÃO são 15 sessões iguais e rotineiras independentemente da evolução;</p>
<p>&#8211; Fisioterapia NÃO é nem pode ser igual para todos, quando somos todos tão diferentes nas nossas vivências;</p>
<p>&#8211; Fisioterapia NÃO são 4/5 pessoas em simultâneo para um técnico…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre muitas outras coisas que fizeram com que esta profissão que tem tantos anos de investigação bem fundamentada e baseada na evidência científica, fosse por vezes dada como ineficaz e rotulada como “<em>uma perda de tempo</em>”.</p>
<p>Se fez 15 sessões iguais e não teve resultados … ou o diagnóstico estava errado ou acredite que fez tudo menos fisioterapia…</p>
<p>A fisioterapia é baseada e centrada na pessoa, é cuidadora, é ativa, fornece ferramentas para cuidarmos de nós. É variável consoante a evolução de cada um, se melhorei altera-se a intervenção para progredir, se não melhorei altera-se a intervenção porque não estou a atingir os objetivos.</p>
<p>É a mudança no nosso corpo e muitas vezes mudanças no nosso estilo de vida.</p>
<p>Da próxima vez que se dirigir a um serviço de fisioterapia ou de osteopatia, pergunte ao profissional de saúde pela sua <strong>cédula profissional</strong>, não tenha vergonha, acredite que a mostrarão com muito orgulho e agrado (há exceção dos que não a possuem…).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até breve</p>
<p>Fisioterapeuta Marlene Pereira</p>
<p>(Cédula Profissional nº 5604 emitida pela Ordem dos Fisioterapeutas)</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A Fisioterapia Respiratória Pediátrica é violenta?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marlene]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 20:09:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fisioterapia Respiratória Pediátrica, conhecida erradamente algumas vezes por cinesioterapia respiratória,  consiste num conjunto de técnicas terapêuticas manuais que visam a recuperação da função respiratória. As manobras não são dolorosas, apesar de muitos bebés se mostrarem incomodados e chorarem. Dependendo do diagnóstico e avaliação do Fisioterapeuta, serão selecionadas as técnicas mais adequadas. Contudo, atualmente não&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fisioterapia Respiratória Pediátrica, conhecida erradamente algumas vezes por cinesioterapia respiratória,  consiste num conjunto de técnicas terapêuticas manuais que visam a recuperação da função respiratória. As manobras não são dolorosas, apesar de muitos bebés se mostrarem incomodados e chorarem.</p>
<p>Dependendo do diagnóstico e avaliação do Fisioterapeuta, serão selecionadas as técnicas mais adequadas. Contudo, atualmente não está descrito na literatura que as “pancadinhas nas costas” durante 20 minutos sejam de algum modo eficazes e benéficas para o tratamento de uma bronquiolite! Este tipo de intervenção já não é usual nos dias de hoje. Podem estar descansados papás!!</p>
<p>No caso específico de uma bronquiolite, as técnicas de tratamento têm como objetivo mobilizar e expulsar as secreções, através da mobilização da região abdominal (diafragma) e região torácica. Promove-se assim as alterações do fluxo respiratório, mobilizando as secreções presentes nos brônquios para posteriormente serem expelidas pela boca através da tosse.</p>
<p>As técnicas são seguras e indolores. E apesar de algum desconforto sentido pelo bebé ou criança, os seus benefícios são visíveis e praticamente imediatos.</p>
<p>É importante procurar um profissional de saúde devidamente habilitado e com formação em fisioterapia respiratória pediátrica.</p>
<p>Fisioterapeuta Marlene Pereira</p>
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		<title>O agachamento faz mal aos joelhos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marlene]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 21:13:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe uma crença muito presente na população de que o agachamento causa dores nos joelhos e pode até danificar a sua cartilagem. Atualmente, podemos afirmar que se o movimento for executado de forma correta, até se torna bastante importante para o correto funcionamento desta articulação, lubrificando a sua estrutura, mantendo a sua mobilidade e promovendo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Existe uma crença muito presente na população de que o agachamento causa dores nos joelhos e pode até danificar a sua cartilagem.</p>
<p style="text-align: left;">Atualmente, podemos afirmar que se o movimento for executado de forma correta, até se torna bastante importante para o correto funcionamento desta articulação, lubrificando a sua estrutura, mantendo a sua mobilidade e promovendo o seu fortalecimento. Contudo, e consoante a sua condição física e historial clínico, deve ser avaliado e obter opinião junto de um profissional de saúde devidamente habilitado e com experiência clínica.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Como realizar o agachamento?</strong><br />
O agachamento deve ser realizado empurrando a carga usando o calcanhar (apoiado no solo). Caso contrário, ao empurrar a carga com as pontas dos pés, impomos stress diretamente para a articulação do joelho podendo levar por exemplo, a lesões de menisco.</p>
<p><strong>Quais os benefícios deste movimento funcional?</strong></p>
<p>Desde que se tenha flexibilidade e estabilidade na articulação do tornozelo, joelho, anca e lombar, agachar é essencial para as pernas ficarem fortes e as articulações lubrificadas e saudáveis.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Adaptar o movimento à nossa realidade.</strong><br />
Em casos de patologia neuromuscular, comorbilidades várias e/ou idade avançada, podemos realizar atividades funcionais de levantar e sentar na cadeira. Pessoalmente gosto de lhe chamar de “agachamento seguro”. Assim, promovemos a autonomia e o<br />
reforço muscular. Este movimento funcional complexo incorpora fatores sensório-motores, psicológicos e de equilíbrio.</p>
<p style="text-align: left;"><em>&#8220;O importante é fazer com que qualquer que seja a exigência do seu dia a dia, não tenha que pensar se o seu corpo é capaz&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: left;">Até breve,<br />
Fisioterapeuta Marlene Pereira</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>&#8220;Coração Aberto&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marlene]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 14:53:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; A frase “cliché” de: se estiveres de coração aberto, tudo consegues, tudo resolves. Mas, o que é PARA MIM, “estar de coração aberto” no que respeita à entrega que posso oferecer às pessoas que procuram ajuda na minha consulta de Fisioterapia? A janela do meu consultório com o microperfurado, permite-me ver de dentro para&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-21217 aligncenter" src="https://fisiochepsi.com/wp-content/uploads/2023/04/janela-400x300.jpg" alt="" width="400" height="300" srcset="https://fisiochepsi.com/wp-content/uploads/2023/04/janela-400x300.jpg 400w, https://fisiochepsi.com/wp-content/uploads/2023/04/janela-768x576.jpg 768w, https://fisiochepsi.com/wp-content/uploads/2023/04/janela.jpg 1024w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A frase “cliché” de: se estiveres de coração aberto, tudo consegues, tudo resolves.</p>
<p>Mas, o que é PARA MIM, “estar de coração aberto” no que respeita à entrega que posso oferecer às pessoas que procuram ajuda na minha consulta de Fisioterapia?</p>
<p>A janela do meu consultório com o microperfurado, permite-me ver de dentro para fora e não de fora para dentro.</p>
<p>Como a janela do meu consultório, vejo de dentro para fora todos os fatores que controlo, como a melhor técnica a aplicar, o movimento, as alavancas, a atenção plena, a melhor sugestão de exercício específico que me ocorre, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E então de fora para dentro?</p>
<p>O que a pessoa espera da nossa sessão de fisioterapia? Será isso também “estar de coração aberto”? ao contrário da minha janela, ter a capacidade de ver o caminho inverso e trazer verdadeiramente o que a pessoa que está à minha frente valoriza?</p>
<p>A procura por essa conexão está a dar-me uma trabalheira do caraças…</p>
<p>Aqui deixo esta minha reflexão de “coração aberto” onde partilho uma das minhas inquietações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fisioterapeuta Marlene Pereira</p>
<p>FisioChepsi</p>
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		<title>Eletroacupuntura o que é?</title>
		<link>https://fisiochepsi.com/eletroacupuntura-o-que-e/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marlene]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2023 22:06:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A eletroacupuntura consiste na aplicação de estímulos elétricos nas agulhas de acupuntura, melhorando os seus resultados terapêuticos. Com recurso a esta técnica teremos o “melhor de dois mundos”. Por um lado, o efeito da introdução da agulha de acupuntura no músculo (8 vezes mais fina que uma agulha de enfermagem), criando um aumento do fluxo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A eletroacupuntura consiste na aplicação de estímulos elétricos nas agulhas de<br />
acupuntura, melhorando os seus resultados terapêuticos.</p>
<p>Com recurso a esta técnica teremos o “melhor de dois mundos”.<br />
Por um lado, o efeito da introdução da agulha de acupuntura no músculo (8 vezes mais fina que uma<br />
agulha de enfermagem), criando um aumento do fluxo sanguíneo local. Através deste Estímulo Intra-Muscular em pontos específicos, obtemos um efeito analgésico. Esta é a forma mais conhecida de tratamento da Medicina Tradicional<br />
Chinesa.<br />
Por outro, associando a acupuntura a uma corrente elétrica, promovemos um efeito<br />
anestésico local e sensação de relaxamento, alívio da dor e da tensão. Permite a<br />
libertação de neurotransmissores, como por exemplo as endorfinas.</p>
<p>Os fisioterapeutas desde sempre que recorreram amplamente à eletroterapia como<br />
adjuvante da reabilitação nas mais variadas patologias. Utilizam correntes elétricas<br />
através de elétrodos que são aplicados na pele. Na Eletroacupuntura, em vez da<br />
aplicação de elétrodos na pele recorremos às agulhas, conseguindo um maior efeito em<br />
profundidade e especificando/selecionando a fibra muscular que pretendemos intervir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que sentimos ao realizar eletroacupuntura?</strong><br />
Esta técnica não causa nenhuma dor, sendo a intensidade dos estímulos regulada<br />
individualmente, procurando um limiar confortável, percepcionado como um<br />
“formigueiro” ou “leve pulsar” conforme a frequência/intensidade selecionada e<br />
tolerância do paciente.</p>
<p><strong>Quais os benefícios e indicações?</strong><br />
Embora utilizada eficazmente nas mais diversas disfunções/patologias, é na Síndrome<br />
Dolorosa Miofascial que a eletroacupuntura costuma apresentar os seus melhores resultados, proporcionando um alívio mais rápido e duradouro mesmo em dores crônicas.<br />
Apresenta também excelentes resultados para tratar pequenas roturas musculares ou<br />
traumatismos nos tendões, músculos, nervos e cartilagens. Na prática clínica por<br />
exemplo, é utilizada para a dor na região do nervo ciático, cefaleias e até lesões de<br />
esforço repetitivo.</p>
<p>Não apenas recorre à analgesia, mas também aos seus benefícios estimuladores<br />
(consoante a corrente elétrica previamente selecionada e objetivo terapêutico), como no<br />
caso da reabilitação da paralisia facial periférica ou paralisia de Bell, que se tem<br />
mostrado bastante eficaz reduzindo drasticamente o tempo de recuperação.</p>
<p>A eletroacupuntura é uma ferramenta de tratamento de elevado grau de diferenciação,<br />
importante como complemento à intervenção em fisioterapia em patologias músculo-<br />
esqueléticas.</p>
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		<title>Espreguiçar</title>
		<link>https://fisiochepsi.com/espreguicar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[simonebarbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 18:27:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Ativa os músculos e a circulação sanguínea, diminui a tensão e prepara o corpo para a atividade. É tão benéfico que todos os animais o fazem. O espreguiçar é um movimento natural, estimula a fáscia. A fáscia é um sistema continuo que nos conecta por inteiro. Literalmente da cabeça aos pés! &#x1f449; Por isso o&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ativa os músculos e a circulação sanguínea, diminui a tensão e prepara o corpo para a atividade.<br />
É tão benéfico que todos os animais o fazem.<br />
O espreguiçar é um movimento natural, estimula a fáscia. A fáscia é um sistema continuo que nos conecta por inteiro. Literalmente da cabeça aos pés!<br />
&#x1f449; Por isso o nosso corpo funciona como um todo único, perfeitamente conectado entre si e funcionando de forma integrada.<br />
&#x2705; E agora uma curiosidade: é por esta razão que muitas vezes o local da dor não corresponde ao local do problema. E nós fisioterapeutas, estamos aqui para o ajudar a desvendar isso.<br />
Até breve,<br />
Fisioterapeuta Marlene Pereira</p>
]]></content:encoded>
					
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